sexta-feira, 27 de maio de 2011

Problemas Urbanos do Rio de Janeiro

No último post vimos que a cidade do Rio de Janeiro, como várias metrópoles, sofre com diversos problemas urbanos. O papel de geógrafo, dentre outros, é de identificar os problemas e apontar soluções.

Resumidamente, a solução para a maioria dos problemas abaixo é um maior e mais correto investimento. Vejamos:


 Questão do transporte: as horas de rush são tormentos na vida do carioca. Longos engarrafamentos e superlotação dos coletivos dificultam o ir e vir na cidade.

Violência urbana: eis um problema complexo. Não existe uma fórmula mágica para resolvê-lo. Talvez seja possível reduzi-lo. Um conjunto de ações - afirmativas e de médio/longo prazo - pode ser útil. As principais medidas afirmativas são: aumento do policiamento, repressão ao crime organizado e maior controle sobre as fronteiras - para evitar a entrada de armas e drogas.

Enchentes: principalmente no verão, quando o volume de chuva aumenta, as enchentes se tornam mais frequentes na cidade. A ocupação próxima à margens de rios retificados e assoreados potencializam o problema. As principais soluções são: manter bueiros limpos, investir na ampliação da rede de águas pluviais e dragar rios.

favelização: processo iniciado no final do século XIX, o surgimento das favelas é uma alternativa habitacional típico das camadas populares com menor renda. No Rio de Janeiro, o sítio urbano propicia a proximidade entre áreas dotadas de infra-estrutura com encostas - que passam a ser ocupada. Isto para facilitar o acesso a serviços e equipamentos urbanos de maior qualidade. A solução é "simples": maior investimento em casas populares. Mas só isso não basta. É necessário também levar empregos, serviços e equipamentos urbanos para a região onde for construída a casa popular.

Fonte: http://geothiagof.blogspot.com/2010/08/rj-problemas-urbanos-e-algumas-solucoes.html

terça-feira, 26 de abril de 2011

Êxodo urbano.

O assaltos na cidade e altos custos de vida causam a repulsão das cidades grandes .

Brasil: muitos idosos poucos jovens.

Migração pendular.

                                                          
E a migração diária exemplo:
Uma empregado domestica Que mora em Niterói e trabalha no centro e tem que viajar todos os dias como se fosse um pendulo ou seja ela faz migração pendular.

Problemas do carnaval.

Sujeira: A sujeira deixada pelos foliões no carnaval e um grande problema pois pode provocar inundações caso haja chuva entupindo os bueiros.

Acidentes
: Acidentes causam mortes pós carnaval pela bebedeira e direção perigosa sem consciência de suas ações.

Brigas: As brigas causadas pelas bebedeiras inconsequente podendo causar mortes pois há pessoas que levam armas para “curtir” o carnaval.


Urina popular: pela falta de banheiros químicos e falta de vergonha da população, causam fedor e imundice nas ruas por onde os foliões passam.

Álcool excessivo: O excesso de álcool deixam os foliões estressados e exaltados e agem sem medir as consequências.

Arquipélago econômico.

Arquipélago econômico consiste em uma estrutura em que o espaço geográfico nacional não é integrado, apresentando várias áreas desarticuladas.

O Brasil, nos tempos de Colônia, era tido como um arquipélago econômico: havia a economia açucareira no Nordeste, o algodão no Maranhão, a pecuária nos sertões, a mineração no Sudeste, e o extrativismo vegetal em todo o litoral, sul e Amazônia.

Essas eram as principais “ilhas” formadoras do “arquipélago econômico”. Cada uma delas integrava-se diretamente com o mercado externo, sem se articularem em um mercado nacional.

Essa conformação perdurou - com algumas alterações nos produtos - durante todo o Império e no início da República. Com a industrialização acelerada a partir da década de 1930, houve uma integração das estruturas econômicas nacionais, tendo como o centro o Sudeste, notadamente São Paulo.

Fonte(s):

Sobre isso, ver Celso Furtado, "Formação Econômica do Brasil" (2004).

Limite≠fronteira.

Limite: Limite é a linha imaginariam que divide dois ou mais locais.

Fronteira: Fronteira e a área próxima ao limite de dois ou mais locais.