terça-feira, 26 de abril de 2011

Problemas do carnaval.

Sujeira: A sujeira deixada pelos foliões no carnaval e um grande problema pois pode provocar inundações caso haja chuva entupindo os bueiros.

Acidentes
: Acidentes causam mortes pós carnaval pela bebedeira e direção perigosa sem consciência de suas ações.

Brigas: As brigas causadas pelas bebedeiras inconsequente podendo causar mortes pois há pessoas que levam armas para “curtir” o carnaval.


Urina popular: pela falta de banheiros químicos e falta de vergonha da população, causam fedor e imundice nas ruas por onde os foliões passam.

Álcool excessivo: O excesso de álcool deixam os foliões estressados e exaltados e agem sem medir as consequências.

Arquipélago econômico.

Arquipélago econômico consiste em uma estrutura em que o espaço geográfico nacional não é integrado, apresentando várias áreas desarticuladas.

O Brasil, nos tempos de Colônia, era tido como um arquipélago econômico: havia a economia açucareira no Nordeste, o algodão no Maranhão, a pecuária nos sertões, a mineração no Sudeste, e o extrativismo vegetal em todo o litoral, sul e Amazônia.

Essas eram as principais “ilhas” formadoras do “arquipélago econômico”. Cada uma delas integrava-se diretamente com o mercado externo, sem se articularem em um mercado nacional.

Essa conformação perdurou - com algumas alterações nos produtos - durante todo o Império e no início da República. Com a industrialização acelerada a partir da década de 1930, houve uma integração das estruturas econômicas nacionais, tendo como o centro o Sudeste, notadamente São Paulo.

Fonte(s):

Sobre isso, ver Celso Furtado, "Formação Econômica do Brasil" (2004).

Limite≠fronteira.

Limite: Limite é a linha imaginariam que divide dois ou mais locais.

Fronteira: Fronteira e a área próxima ao limite de dois ou mais locais.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

População Nativa do Territorio Brasileiro.


Rio - A população indígena cresceu quase seis vezes mais do que a população em geral no país entre 1991 e 2000. As maiores taxas se registraram nas áreas urbanas, principalmente da região sudeste. A constatação é do estudo Tendências Demográficas: uma Análise dos Indígenas com Base nos Resultados da Amostra dos Censos Demográficos 1991 e 2000, divulgado hoje (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o estudo, em 10 anos, o número de indígenas cresceu 10,8% ao ano. Em 2000, 734 mil pessoas (0,4% dos brasileiros) se auto-identificaram como indígenas, um crescimento absoluto de 440 mil indivíduos em relação ao censo de 1991, quando 294 mil pessoas (0,2% dos brasileiros) se diziam indígenas.

Entre as possibilidades de justificativa para o fenômeno, o IBGE destaca a imigração de índios da Bolívia, Equador, Paraguai e Peru; e o aumento do número de indígenas em áreas urbanas que optaram por se declarar descendentes de índios no censo 2000.

No período investigado, a região sudeste surpreendeu, aumentando em cinco vezes o número de indígenas. Em 1991, a região tinha o menor número de descendentes de índios (30,5 mil) e em 2000, 161,2 mil pessoas se declararam indígenas. O Nordeste também aumentou a participação: o número de pessoas identificadas como indígenas passou de 55,8 mil em 1991 para 170 mil em 2000.

A região norte continuou concentrando o maior número de indígenas, mas foi a área que apresentou o menor ritmo de crescimento anual. Em 1991, 42,4% da população se autodeclarava indígena e em 2000 a taxa caiu para 29,1%. No Centro-Oeste, 17,9% da população se dizia indígena em 1991 e em 2000 eram 14,2%. Na região sul, a taxa de indígenas passou de 10,3% em 1991 para 11,5% em 2000.

Fonte: http://www.brasiloeste.com.br/noticia/1704/censo-indigena-ibge